O uso de produtos à base de tabaco, principalmente cigarros, está diretamente relacionado aos problemas de cicatrização de feridas e aos piores resultados na cirurgia plástica. Os estudos atuais têm destacado as complicações potenciais da nicotina, especificamente após a cirurgia plástica em pacientes que optam por continuar a fumar.
Recentemente, os produtos que usam eletricidade para vaporizar nitrogênio líquido têm ganhado popularidade. Nos Estados Unidos, novas regras foram propostas nos últimos anos para conferir ao governo federal autoridade sobre os cigarros eletrônicos. No entanto, as questões relacionadas com a saúde em torno de cigarros eletrônicos ainda são amplamente desconhecidas ou mal interpretadas.
Essas questões se estendem também ao seu impacto nos procedimentos cirúrgicos, notavelmente no seu efeito nos procedimentos cirúrgicos plásticos que mais dependem da vascularização do leito receptor da ferida ou do tecido a ser transplantado.
Neste estudo, cirurgiões plásticos de Nova Iorque discutem as implicações e os efeitos potenciais do uso do cigarro eletrônico na cirurgia plástica. O trabalho foi publicado no periódico Plastic and Reconstructive Surgery de dezembro de 2016.



